4 de jul de 2009

COMO QUEBRAR SENHA WIRELESS

. . ...........ESTE TUTORIAL TEM ALGUNS PROGRAMAS E DICAS PARA QUEBRAR SE.NHA WIRELESS. WEP Quando a rede que você está tentanto acessar testando a segurança for do tipo WEP, você já pode ficar feliz, poís, ao longo dos anos infinitas ferramentas foram disponilizidas para quebrar senha desse sistema que hoje é considerado INSEGURO. AirsnortUsando está ferramenta você com certeza irá descobrir estrátegias novas de quebrar a senha rápidamente, existem ferramentas anexas no site para cada caso em especial e símplificação de processos. Claro que em alguns casos será rápido, em outros será preciso mais de uma tentativa. (WEP). WirelessKeyView – Está ferramenta diferente da de cima não tem o objetivo de quebrar senhas, mas sim revelar senhas que já foram utilizadas no PC, por exemplo: suponhamos que algum administrador de rede digitou a senha em seu pc mas não a forneceu, logo, este programa revela a senha pra você. (WEP). Wireless WEP Key Password Spy 1.0 – Faz exatamente a mesma coisa que o software acima, mas com mais precisão. (WEP) WPA Bom aqui você já terá difículdades, poís, o WPA é na verdade o WEP com “todas” as falhas corrigidas ! Será ? Mesmo assim existem técnicas para acessar a rede, a mais conhecida é o Brute-Force, que tenta forçadamente descobrir a senha. CowPatty – “Brute force” é o metodo que este software utiliza para quebrar senhas WPA, a revelação da senha vai depender diretamente da complexidade da senha configurada, isso é, se a senha for:”12345″, o software tentára de tudo até encontrar 12345, mas se a senha for: “#5gCB$%a5vV¨6″ o software terá muito mais trabalho para descobrir isso. Mas você deve ter paciência, o hackers do mundo todo tem, por quê você não pode ter, o importante é dar certo.. AirCrack – Este é fantástico, quebra senha tanto WEP, como WPA. (WPA/WEP) MAC Adress Changer – Se você precisar alterar seu MAc adress utilize este programa, em breve irei dar mais explicações. Grande abraço e seja cool ! UPDATE – 29/01/2009 No site Wireless Defence você encontra + tutoriais e softwares (free ou shareware). O site é em inglês

2 de jul de 2009

COMO RODAR LINUX DENTRO DO WINDOWS

Os sistemas Windows e Linux podem ser executados ao mesmo tempo com um aplicativo de virtualização Muitos sistemas em um só servidor. Essa é a principal vantagem da virtualização, fenômeno que vem ganhando corpo em empresas de todos os portes. Felizmente, não é necessário muito investimento em software para lidar com a tecnologia. A VMware, um dos nomes mais respeitados na área de virtualização, disponibiliza de graça o VMware Server (www.info.abril.com.br/download/4702.shtml). Esse produto é uma boa ferramenta para quem quer experimentar os benefícios da virtualização. Neste tutorial, usamos o VMware Server em um servidor equipado com Windows Server 2003 Enterprise Edition. Na máquina virtual do VMware Server instalamos o Ubuntu 6.1 para desktop. Dessa forma, temos Windows e Linux rodando simultaneamente em um mesmo computador. O hardware usado pelo INFOLAB foi um servidor Dell Poweredge 800 com processador Pentium 4 de 2,8 GHz, 1 GB de RAM e HD SATA de 80 GB. 1) Instalação Depois de baixar a versão gratuita do VMware Server para Windows, execute o aplicativo. A instalação segue o procedimento-padrão utilizado em programas comuns. O único cuidado necessário é desabilitar o Autorun do CD na janela correspondente. O recurso de inicialização automática pode interferir no funcionamento da máquina virtual, por isso é melhor desativá-lo. 2) Criação da máquina Com a instalação encerrada, inicie o programa. Agora vamos criar a máquina virtual para instalar o Ubuntu. Clique no botão New Virtual Machine. O assistente para criação de máquinas virtuais é iniciado. Na primeira tela, escolha a opção Typical. Ela contém as opções-padrão para a criação da máquina virtual e funciona bem para a maioria dos casos. Clique em Next para passar para a tela seguinte. 3) Escolha do sistema Na janela seguinte, o VMware pede que o usuário informe o sistema operacional que será instalado na máquina virtual (guest system). Observe que este não é o sistema em que o VMware está instalado (host system), mas sim o que rodará dentro da máquina virtual. Em nosso caso, o sistema é o Ubuntu 6.1. Mas você pode instalar outros sistemas de desktop ou servidor. 4) Máquina com nome Agora é hora de dar um nome à máquina virtual. Aqui, você pode escolher qualquer palavra, mas é bom evitar acentos e caracteres pouco comuns. O VMware usa o nome digitado para criar um diretório, onde ficarão os arquivos da máquina virtual. 5) Setup de rede A janela seguinte contém as configurações de rede. Há quatro opões. Use a primeira se o sistema da máquina virtual tiver seu próprio número IP na rede. A segunda opção é adequada quando o sistema virtual acessa a rede por meio do sistema nativo. A terceira opção cria uma rede privada entre os dois sistemas. Caso não vá usar rede, ative a quarta opção. 6) Espaço em HD Na última janela de configuração da máquina, definimos o espaço em HD que ela ocupará. Esse valor vai depender do espaço disponível em seu HD e do número de máquinas virtuais instaladas. Em nosso caso, escolhemos um valor de 8 GB, suficiente para que o Ubuntu funcione com tranqüilidade. 7) Máquina instalada A máquina virtual está criada e já aparece na janela principal do VMware Server. O próximo passo é instalar o sistema operacional. Em nosso caso, utilizamos o Ubuntu. Mas você pode optar por outro sistema de desktop ou até mesmo um servidor. Clique no botão Start this virtual machine. 8) Boot pelo CD O VMware Server abre uma janela para a máquina virtual e a inicia. Logo de cara, ela faz o boot pelo CD. A partir daí, fazemos a instalação do Ubuntu. No instante em que a máquina virtual é iniciada, o mouse e o teclado funcionam apenas dentro da sua janela. Para usar o mouse e o teclado no sistema nativo, é necessário acionar a combinação Ctrl+Alt. Para voltar à janela da máquina virtual, basta clicar dentro dela. 9) Partição formatada Durante a instalação do sistema será necessário formatar a partição. É importante notar que ela ocupa apenas o espaço determinado na criação da máquina virtual, definido no passo 6. Essa formatação não afeta em nada o funcionamento do sistema nativo. Ao final da instalação, a máquina virtual é reiniciada e carrega o Ubuntu. Agora temos um Windows e Linux no mesmo PC, rodando simultaneamente.

COMO DAR BOOT NO PEN DRIVE

Como transformar um pen drive num disco de início do sistema operacional Quem administra redes acaba topando, uma hora ou outra, com um PC em que o Windows está tão baleado que não quer nem iniciar.Nesses casos, uma solução é copiar os arquivos do usuário para a rede e, assim, formatar o HD e reinstalar o sistema, sem correr riscos. Para isso, é claro, é preciso que o micro funcione. Neste tutorial, veremos como dar a partida no PC usando um memory key para carregar o sistema. Um dispositivo preparado para isso pode ser incorporado ao kit de ferramentas do profissional de suporte ou do usuário. Carregado o sistema, é possível fazer backup dos dados e rodar utilitários para diagnóstico e manutenção no micro com problemas. Vejamos, a seguir, os passos para a configuração desse memory key de emergência.. 1. O BartPE Basta um memory key de 256 MB para criar o seu bote salva-vidas. O segredo desse minimalismo é o freeware PE Builder (www.info.abril.com.br/download/3686.shtml), também conhecido por BartPE, em referência ao seu criador, Bart Lagerweij. Depois de baixar e descompactar o BartPE, abra o Windows Explorer e localize o arquivo pebuilder.exe dentro do diretório do programa, que não cria os atalhos automaticamente. Dê um duplo clique nesse arquivo para rodar o programa. 2. Enxugando o Windows Coloque o CD original do Windows XP no drive. Na tela do Bart PE, indique a localização do CD no campo Path to Windows Installation File. Marque a opção Create ISO Image e digite um nome para o arquivo que será gerado no campo logo abaixo. Clique no botão Build e aguarde até que o processo de cópia termine. O arquivo ISO que contém a imagem terá cerca de 160 MB, contendo os componentes mínimos necessários do Windows XP e algumas ferramentas de diagnóstico e reparo................. 3. O memory key Como as imagens ISO geralmente são usadas para queimar CDs ou DVDs, será necessário um programa específico para gravar os arquivos no memory key. Neste tutorial, vamos usar o FlashBoot (www.info.abril.com.br/download/4297.shtml), especializado nessa tarefa Depois de baixar e instalar o programa, vamos rodá-lo. Na tela inicial, clique em Next. Em seguida, você deve escolher o tipo de disco que vamos criar. Marque a primeira opção, Convert BartPE Bootable Disk to Bootable Flash Disk. Clique no botão Next. Na próxima tela, informe a localização do arquivo ISO que você criou com o BartPE. Antes de prosseguir com a configuração, acople o memory key a alguma porta USB do PC. No passo seguinte, indique a unidade correspondente ao memory key para a gravação da imagem. Avance e escolha o tipo de particionamento USB-HDD. Clique em Finish para iniciar a gravação. Se não ocorrer nenhum erro, o seu memory key já estará pronto quando a operação terminar. Você pode aproveitar o espaço que sobrou no dispositivo para incluir outros programas úteis. 4. Preparando o PC Nem todos os computadores são capazes de dar a partida por dispositivos USB. Para verificar isso, você deve entrar no sistema de configuração da BIOS do PC. Na maioria dos micros, isso é feito pressionando a tecla Del durante a partida. Navegue nos menus de configuração da BIOS usando as teclas com setas. Procure pelo item referente ao boot. Nele, verifique se há alguma opção de boot chamada USB-HDD ou algo semelhante. Se houver, selecione-a e salve as configurações. Conecte, então, o memory key e reinicie o PC. Em alguns casos, nem todas as portas USB existentes irão servir para essa tarefa. Se algo der errado, tente mudar de entrada. Para ter certeza do funcionamento, só mesmo testando. 5. Carregando o sistema Ao fazer o boot pelo memory key, surgirá a mensagem “Starting BartPE” e uma barra de progresso enquanto o sistema é carregado. Não se assuste, o processo é um pouco lento mesmo. Uma versão light do Windows XP, com um desktop limpo e papel de parede com o logotipo do Bart PE, entra em ação. A primeira tela que irá surgir será a da configuração da rede TCP/IP. Nela, indique as opções adequadas à sua rede e, quando terminar, clique em OK. Finalizada essa operação, o micro já deve ser capaz de se comunicar pela rede. No canto inferior esquerdo da tela, fica o menu Go, que mostra o caminho para uma série de utilitários e ferramentas de diagnóstico. Agora, o trabalho é tentar consertar o estrago no HD ou salvar os arquivos do usuário, que podem ser mandados pela rede ou mesmo copiados para o memory key.

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Veja como editar o slide mestre, alterar layouts e salvar as modificações para usar depois no PowerPoint 2007 As apresentações são coerentes. Se você escolhe um tema, todos os slides da apresentação contêm os elementos gráficos, as fontes, os fundos e o esquema de cores coordenados. Se o tema é trocado, o PowerPoint aplica as novas definições do segundo tema selecionado a toda a apresentação. Quem zela pela coerência é o slide mestre. Mas ninguém é obrigado a aceitar suas imposições. O PowerPoint é totalmente flexível em relação à personalização da apresentação, incluindo a customização do slide mestre.
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